quarta-feira, 27 de maio de 2015

Sobre o Ned, aquele cara incrível que faz tortas.

Vamos falar de séries de novo? "Vamooooosss!"
Vocês prometem que não vão se cansar? "Prometemooooosss!"

Eba, gosto assim! (também gosto de inventar conversas fictícias na minha mente. Esse é meu jeitinho...) :P

Seguinte, hoje quero falar de um personagem que amo muito, o Ned!

Daí você me pergunta: "mas quem é o Ned?", daí eu te respondo: o Ned faz tortas! Ah, e ele também ressuscita pessoas mortas quando toca nelas.

Pushing Daisies é uma série que tenho como referência de estética e humor. Incrível a construção dos personagens, tão leves, contrastando com as histórias completamente nonsenses de assassinatos (Ned usa o tempo vago pra ganhar umas graninhas como investigador, tocando nas vítimas para que elas acordem e digam quem foi seu assassino, e depois tocando nelas de novo para que elas voltem ao sono eterno).


Sobre a estética, as cores fortes, bem puxadas pro verde e vermelho, lembram muito O Fabuloso Destino de Amelie Poulain, que teve sua fotografia inspirada nos quadros do pintor brasileiro Juarez Machado.

Mas... vamos falar do Ned.

Ned, também conhecido como Thranduil, Ronan, o Acusador e, mais frequentemente, como Lee Pace, é uma pessoa bem introvertida, afinal guarda um grande segredo. Mas quando decide pensar sobre a vida, grande sabedoria. Aff  S2 

Vamos as suas melhores frases:

"Tudo é uma escolha. Aveia ou cereal, avenidas ou ruas, beijá-la ou mantê-la. Nós fazemos as escolhas e convivemos com as consequências. Se alguém é ferido no meio do caminho, nós pedimos perdão. E é o melhor que podemos fazer". 


Ned escolhendo te seduzir...

"A verdade é que há um monte de gente como você e como nós, com hobbies estranhos, talentos ou dons que nós tentamos esconder por medo de parecermos estranho ou de afastarmos as pessoas, mas isso é um erro . O que me faz único trouxe cada pessoa que eu amo para dentro da minha vida".


Sendo normal com um chapéu de torta

"Nós acordamos todos os dias com uma lista de desejos, e talvez nós iremos gastar nossas vidas tentando fazer com que eles se tornem reais. Mas só porque os queremos não significa que eles nos farão felizes".


Making a wish


Por que mesmo que esse seriado teve que acabar? Nunca vou me conformar...







quinta-feira, 7 de maio de 2015

Sobre as minhas Horcruxes

E lá vou eu falar sobre Harry Potter. De vez em quando o vício volta, me desculpem...


Bom, quem já leu as histórias do Harry sabe bem o que é uma Horcrux. Quem não leu, não sabe o que tá perdendo eu explico: quando você mata alguém, sua alma passa por um trauma tão grande que acaba se dividindo. Nesse processo, com o uso de magia negra poderosíssima você pode transferir seu pedaço de alma para um objeto.

Obviamente não pretendo matar ninguém, muito menos usar magia negra para colocar meu pedaço de alma em alguma coisa, mas me fascina o apego emocional que temos com esses bens, a maneira como eles contam nossa história. Fiquei pensando quais pertences escolheria para colocar a minha alma caso Horcruxes fosse um lance paz e amor e cheguei a algumas conclusões.

O primeiro lugar, com certeza, seria o perfume da minha vó. Quando a minha vó morreu, minha mãe perguntou se eu queria ficar com alguma coisa dela. Peguei um perfume que nem sei se ela usava, mas que sempre esteve por ali, na penteadeira. Como minha vó não curtia tirar fotos, esse é uma das poucas  recordações que tenho dela.


Tem também meu caderno de versos! Assim, quando eu tinha uns 14 anos amava colecionar palavras bonitas que ficavam devidamente guardadas nos meus cadernos para quando eu precisasse escrever cartas pras migas. Tenho uns três, com citações que vão de Machado de Assis até Evanescence (sim, tive minha época de ser "gótica e misteriosa").

Queria estar morta versão anos 2000
Tem também o mais legal de todos: o álbum de casamento dos meus pais! Ele é lindo, gente! Verde com detalhes em dourado. E as fotos? Não tem uma que não seja menos que maravilhosa! Eles dois ali, tão novinhos e tão felizes, rodeados por todos os amigos e familiares, muitos que nem estão mais aqui hoje :´)

Não sei onde ela anda, nem se ela ainda existe, mas eu também queria que a primeira boneca que ganhei na vida fosse uma Horcrux... Eu era muito pequena, mas lembro bem do dia que ela chegou em minhas mãos. Tava eu sentada no cadeirão tomando sopa e assistindo Carrossel (sim, tenho certeza que era isso que estava passando na televisão) quando meu pai chegou com um pacotinho. Desembrulhei rápido meu presente e encontrei uma boneca da Maria Joaquina! Loirinha e com o mesmo uniforme da novela. Só fui desgarrar dela quando já tinha uns 13 anos e resolvi doar meus brinquedos para uma vizinha chamada Maísa.

Falei a mesma coisa pra Maísa...
É isso, esses são meus objetos preferidos na vida, aqueles que não possuem minha alma, mas um bocado do meu coração... 

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Sobre o amor - quem inventou, me explica por favor...

O que é o amor?

Olha, escrevi, apaguei e tornei a escrever esse post diversas vezes e a reposta que consegui chegar é: não faço a mínima ideia!

Sério, coisa mais confusa...

O que ser isso?

Certo tava o Camões quando colocou o amor em um monte de versos contraditórios, afinal é isso que ele é mesmo. É ser um só e se bastar, ou seja, é ter amor-próprio, mas também precisar do outro e estar lá para quando o outro precisar de você, sendo ora humilde, ora altruísta.

É querer abraçar e proteger todos aqueles a quem quer bem, mas ao mesmo tempo saber que eles tem todo o direito de partir, e aceitar isso assim, numa boa, porque quem ama só precisa que o outro esteja feliz.

E aí você ama o outro apesar de todos os defeitos dele, mas ao mesmo tempo você quer corrigir cada um dos seus. Talvez para se tornar melhor. Vai saber...

Complicado demais. Mas bonito demais também.

Triste. Mas traz felicidade.

Quem vai entender?



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Esse post assim, todo sem pé nem cabeça, feito o amor, foi proposto lá no Rotaroots. Talvez o Rotaroots seja o amor. Será? Segue com a gente lá!