quarta-feira, 15 de abril de 2015

Sobre a beleza de se libertar

Vou tentar contar sem entrar em muitos detalhes, afinal, por mais que as pessoas achem que na internet tudo é permitido, acho que tem coisas que devem permanecer preservadas. Pelo nosso bem e pelo dos outros.

Logo que me formei na faculdade, decidi sair de São Paulo e voltar para o interior, mas para uma cidade um pouco maior do que a que eu morava. Chegando lá, consegui emprego em um lugar que parecia muito legal. E foi, por alguns meses.

Pensa só, eu tava exercendo a profissão que eu tinha me formado e com carteira assinada. Realmente, se você for parar para pensar nas demissões em massa de jornalistas em diversos veículos, pode imaginar o quanto eu estava feliz.

Gif meramente ilustrativo. Ou não. 
Acontece que nem tudo vai do jeito que a gente espera, e depois de um tempo comecei a perceber coisas nessa empresa que me desmotivaram demais. Algo que não consigo admitir é injustiça, seja ela de qual tipo for. E aí, quando eu presenciei uma puxada de tapete gigantesca e cheia de maldade nesse lugar, tudo ficou muito pior, principalmente por eu não poder fazer nada a respeito. 

Simplesmente não conseguia mais trabalhar, não sentia que estava rendendo, e com isso comecei a ficar muito doente. Por um lado queria largar tudo, por outro, pensava nas vantagens daquele emprego.

Gif meramente ilustrativo. Ou não (2).
Foi nessa época que voltei ao teatro e aquilo realmente fez toda a diferença. Boa parte dos exercícios teatrais são de consciência corporal, o que te ajuda muito no processo de conhecimento. E, me conhecendo, percebi que eu não era aquele emprego e, justamente por isso, não podia ter medo de me libertar daquilo que me oprimia.

Cheguei no diretor, um moço muito bacana que infelizmente acompanhava somente de longe o andamento da empresa, e disse: "eu me demito". Preciso falar da felicidade que foi chegar em casa naquele dia. Lembro até a música que eu ouvi: Shake it out. Ela se encaixava tão perfeitamente no momento que sai dançando pelo apartamento vazio (sim, eu fiz isso).

Gif meramente ilustrativo. Ou não (3).
Bom, larguei tudo e voltei pra São Paulo, essa linda que sempre me acolhe, por mais mal que eu fale dela.

Depois disso penei um bocado, confesso, pra arrumar outro emprego, mas agora consegui um que tá cheio de pessoas que admiro e respeito. E tô fazendo o que gosto, que é o mais importante.

Disso tudo, o que tenho a dizer é: jamais tenham medo de mudanças. No começo pode parecer que você fez uma grande merda, mas com o tempo as coisas se encaixam, de um jeito ou de outro. E é muito boa a sensação de se sentir corajosa, determinada, de não ter medo de encarar quem você é e o que você quer, independente do que for.

Eu sei que assusta, mas mudanças são sempre necessárias. Quando você se acomoda aonde está, perde a vontade de viver, de fazer diferente, de ser melhor, e isso é um perigo!

E quando te julgarem pelo que anda fazendo com a sua vida, lembre-se "haters gonna hate"!


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Ah, essa postagem é o tema de abril do Rotaroots, um grupo supimpa e cheio de amor pra dar. Procura a gente lá no Facebook!


terça-feira, 7 de abril de 2015

Sobre um pouco de poesia (1)

No melhor estilo Katia, o dia hoje #nãoestásendofácil


Pra ver se as coisas melhoram um pouquinho, me joguei lindamente em poesia. Como não sou nenhum pouquinho egoísta, compartilho um bocadinho delas aqui com vocês!

PS: Retirei (quase) todas as imagens do Pinterest. Coloquei como legenda das imagens o link original do pin :)


https://www.pinterest.com/pin/364439794820366863/


https://www.pinterest.com/pin/490540584388467203/


Essa não tem link por motivos de: é foto minha, mesmo

https://www.pinterest.com/pin/397935317044729691/



https://www.pinterest.com/pin/573294227541734777/

https://www.pinterest.com/pin/452048881322861351/